domingo, 22 de outubro de 2017

Os Fundamentos Espirituais do AiKiDô


"O caminho do guerreiro (budô) que incorpora o sentimento de compaixão universal é baseado na energia criativa do universo. (...)

A origem básica do budô é o espírito universal de proteção, de crescimento e de salvação. É oferecer energias renovadas para si mesmo e para os outros
Os seres humanos são filhos do espírito divino universal, e se eles são infelizes é porque se desviam da sua própria natureza. O homem, de maneira egoísta, criou o sentimento do bem e do mal e então esqueceu a essência da sua própria natureza. No amor divino não há bem nem mal, felicidade, nem infelicidade. Há apenas a constante entrega, numa tentativa de remir uma parte da preciosa dádiva da vida que a pessoa recebeu e que até agora continua a desfrutar.
Você não deve jamais ficar preso à ideia de que tem problemas, de que é uma pessoa que tem um karma pesado ou de que é uma pessoa de pouco valor. Isso é o mesmo que insultar a si próprio e também aos outros. Todas as pessoas partilham a mesma origem divina. Existe apenas uma coisa que é errada ou inútil. É a ideia obstinada de que você é um indivíduo independente, separado dos outros. 
Dê graças e mostre gratidão. 
Trabalhe em favor do paraíso na Terra. 
Assim, sua verdadeira natureza irá se desenvolver continuamente."

Acima, trechos da última mensagem de Morihei Ueshiba (1883-1969), fundador do AiKiDô, aos seus alunos, antes de falecer. Além de ser uma arte marcial, o AiKiDô é também um profundo caminho espiritual. O grande mestre Ueshiba, desde os 7 anos, começou a estudar em um templo budista e aprendeu a entoar mantras sagrados e as escrituras do budismo esotérico.

Está no livro "Os Fundamentos Espirituais do Aikidô", de William Gleason (1995), Editora Pensamento.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O envio de energia ao outro

Casal de escritores River & Joyce Higginbotham
"(...) Quando você está formando uma intenção para outra pessoa, tal como para uma cura, tenha em mente que você pode não entender o que a outra pessoa precisa ou quer.
Você pode não saber o que é melhor em uma dada situação.
Em tempos como esses, talvez seja melhor pedir pelo que for mais necessário e deixar como está.
Se a energia está sendo enviada, deixe o receptor decidir o que fazer com ela.
Isso (...) é simplesmente respeito pela liberdade de pensamento dos outros. (...)

Joyce & River Higginbotham falando sobre formar uma intenção, no livro "Paganismo - uma introdução da religião centrada na Terra" (2002), Madras Editora.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Conversa para mudar a si mesmo

"Eu vou FAZER UMA MUDANÇA / De uma vez na minha vida / Que vai ser boa de verdade
Vai fazer a diferença
(...)
É por isso que eu quero que você saiba / Eu estou começando com o homem no espelho
Estou pedindo a ele para mudar suas maneiras / E nenhuma mensagem poderia ser mais clara:
'SE VOCÊ QUER FAZER DO MUNDO UM LUGAR MELHOR
OLHE PARA SI MESMO E ENTÃO FAÇA UMA MUDANÇA'"

"A man in the mirror" (Glen Ballard - Siedah Garret) por Michael Jackson (1958-2009), aos 29 anos, na turnê de seu disco BAD (1987).

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O Estudo do Pathwork® em grupos



Clique na imagem para ver em tamanho maior
Leia atentamente as perguntas abaixo e responda-se com sinceridade:

·      Qual seu nível de aceitação de si mesmo(a), neste momento? Alto, médio, baixo ou muito baixo?

·      Está disposto(a) a olhar onde na vida é desonesto(a) consigo mesmo(a), utilizando "máscaras" para o mundo externo?

·      Em que relacionamentos, tem certeza ou desconfia que está usando "máscaras"???

·      Em que áreas da sua vida se sente vulnerável?

·      Há alguma área da sua vida em que não se sente realizado(a)? Quais?

·      Há pessoas com quem não se sente seguro(a) ao se relacionar? Quais?

·      Em que áreas da sua vida registra sentir alegria genuína?

·      Existe(m) alguma(s) pessoa(s) na sua vida por quem guarda ressentimento(s)?

·      Em que áreas da sua vida sente ansiedade e tensão?

·      Precisa estar sempre em atividades para aliviar a tensão e a ansiedade em sua vida? Se sim, que atividades???

·      Percebe-se esperando e exigindo que o outro faça exatamente aquilo que você deseja??? De quem mais espera e não é atendido(a)?

·      Existe alguma pessoa por quem nutra sentimentos negativos dos quais se envergonha de senti-los? Quais são os sentimentos e as respectivas pessoas???


·      Você está disposto(a) a ser  honesto(a) consigo mesmo(a), trabalhando-se em uma metodologia de autoconhecimento? Se sim, por quê?
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Se você se sentiu instigado(a) pelas perguntas acima e insatisfeito(a) com as respostas dadas e anseia se  melhorar como ser humano,
convidamos a conhecer o Pathwork®, estudado e vivenciado em grupos, quinzenalmente, nas segundas-feiras ou nas terças-feiras, das 19 às 22h, na Torre Corporate, do Shopping Pátio Dom Luís, conduzidos pela psicoterapeuta Têca Barbosa e Janio Alcantara.

O Pathwork®, cuja tradução literal é “Trabalho do Caminho”, é uma metodologia de autoconhecimento baseada em um conjunto de ensinamentos apresentados sob a forma de palestras. Estas contêm conceitos e orientações sobre como remover os obstáculos que nos separam dos outros, da nossa criatividade e energia vital, aumentar a intimidade nos nossos relacionamentos e assim, abrir mão do que bloqueia nosso desenvolvimento, nossa plena realização e alegria.

O método, eminente prático, aplicável ao nosso dia a dia, é muito útil para pessoas que estão buscando um caminho espiritual ou que gostariam de entender a razão de certos acontecimentos em sua vida. Com frequência essa busca se manifesta como uma sensação de inquietação, um anseio, um vazio que nada preenche.

Recomendamos assistir a uma palestra de 54min com a Helper do Pathwork® Lurdes Gaspar, proferida na Livraria Cultura, em Campinas.

Se você se sentir chamado(a) para essa jornada e desejar solicitar mais informações - sobre calendário 2017, valor do investimento etc. - basta enviar e-mail para janioalcantara@uol.com.br.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O autoconhecimento via Pathwork®

Para quem quiser saber o que pode aprender, vivenciar e sentir com o método Pathwork® e mudar a si mesmo, para melhor, obtendo mais clareza, satisfação e forças nos desafios que a Vida apresenta, recomendo a leitura de excelente matéria da Regional São Paulo.
Uma feliz síntese do que sejam os princípios norteadores do Pathwork® e suas aplicações práticas em nós mesmos, inclusive estudando em grupos conduzidos por facilitadores e helpers. Ei-la:

O método Pathwork®

Em uma era em que a cultura da idealização e da perfeição é a nova ordem, até mesmo a espiritualidade passou a ser vendida como solução milagrosa. Mas é na aceitação do nosso Eu Real que, mesmo imperfeito, tem um desejo latente de pertencimento e de amor e na autotransformação que residem o verdadeiro caminho.

O Pathwork® é um caminho para despertar a centelha divina, o Deus que reside dentro de cada um através da inclusão de todos os sentimentos. Um processo que requer honestidade com o eu, aceitação do que se é, eliminação das máscaras e fingimentos e consciência da própria vulnerabilidade.

Trata-se de uma metodologia própria com conteúdo prático para a vivência de um caminho único de autoconhecimento, aliando aspectos filosóficos, espirituais e psicológicos, baseada num conjunto de 258 palestras sistematizadas pela austríaca Eva Pierrakos durante 20 anos de trabalho.

O Pathwork® é um exercício diário de auto-observação das reações, pensamentos, sentimentos, atitudes e julgamentos dos fatos que ocorrem no cotidiano. O Pathwork® capacita para lidar com as situações desafiadoras da vida, fortalecendo os indivíduos de forma física, emocional, mental e espiritual.

É um caminho para aqueles que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprios, que desejam mais prazer na vida, que procuram relações mais harmônicas, que querem resgatar a autoestima e o amor próprio, além de obter mais capacidade de entender e aceitar as reações diante dos acontecimentos ao seu redor.

Pathwork®: Um laboratório para a vida

 
Mais maturidade nas escolhas do dia a dia, gerando mudanças positivas na vida
Favorece a autorrealização pela expressão dos nossos talentos e dons
Sabedoria para lidar com as frustrações
Mais consciência dos defeitos e falhas, aceitando-as sabendo que todo ser humano as possui.
Desenvolve a autoestima
Ensina o indivíduo a se conhecer melhor
Leva à análise dos aspectos relacionados à culpa, vergonha, medo e reações de submissão, rebeldia e falta de limites
Possibilita a autoaceitação e, consequentemente, menos julgamento de si e dos outros
Desenvolve a capacidade de autoanálise, de ser um terapeuta de si mesmo
Mais acolhimento, delicadeza e cuidado de si

EU REAL, MÁSCARA E EU OBSERVADOR


Formado pelas reais qualidades (proveniente do Eu Maior / Eu Superior) e defeitos (provenientes do Eu Menor / Eu inferior). Todo ser humano é totalmente imperfeito dotado de qualidades e defeitos também. Essa é a dualidade: Conhecer os aspectos de Eu Maior e Eu Menor.




É a defesa utilizada para esconder o Eu Menor (Eu Inferior), que não é aceito e, portanto, negado desde a infância. É o fingimento de quem se é para ser aceito e amado.


Uma parte do Eu Maior (Eu Superior) que permite a análise imparcial e compassiva dos sentimentos diante das reações do dia a dia. Capacidade de analisar as reações emocionais fora da realidade causadas por sentimentos ainda inconscientes.
TIPOS DE PERSONALIDADE: QUALIDADES E DEFEITOS
Abaixo, apresentamos um breve resumo da metodologia, mas é preciso reforçar que a proposta do Pathwork® é vivenciar e sentir o que intelectualmente aprendemos. Ou seja, saber e ter conhecimento não implica necessariamente no processo de transformação. É preciso vivenciar o aprendizado.


    Atributo Divino
   Poder
    Amor
    Sabedoria
    Algumas Qualidades
    do Eu Maior
    (Eu Superior)
   

  • Coragem
       

  • Força
       

  • Ousadia
       

  • Disponibilidade
       

  • Acolhimento
       

  • Delicadeza
       

  • Clareza
       

  • Paciência
       

  • Equilíbrio
        Máscara
        Poder
    (finge ter sempre)
        Amor
    (finge ter sempre)
        Serenidade
    (finge ter sempre)
        Como age?
        Tentando
    controlar tudo e
    os outros
        Tentando agradar
    os outros
        Tentando afastar
    os outros
        Atitudes Negativas
       

  • Agressão
       

  • Autoritarismo
       

  • Controle
       

  • Domínio
       

  • Submissão
       

  • Falso amor
       

  • Falsa modéstia
       

  • Retirada
       

  • Sentimento de superioridade
       

  • Isolamento
       

  • Indiferença
        O que realmente
        necessita
        Acolhimento e
    ajuda
        Amor e proteção
        Aprovação e reconhecimento
        O que evita sentir
        Vulnerabilidade
        Raiva (Ódio)
        Emoções e Caos
        Distorção dos
        atributos divinos Eu
        Menor (Eu Inferior)
        Obstinação
        Medo
        Orgulho
        Possíveis concepções
        errôneas
        "Se eu for
    poderoso e
    autossuficiente,
    não serei
    derrotado."
        "Se eu for
    amoroso e fizer
    tudo o que o
    outro quer, serei
    amado e estarei
    seguro."
        "Se eu for
    indiferente e me
    retirar, não terei
    conflitos e não serei rejeitado."
    1.Todo ser humano tem as três correntes. Geralmente usamos duas. O trabalho é criar equilíbrio entre as qualidades do poder, amor e sabedoria.
    2. Sentimentos exagerados ou desconexão são distorções que merecem ser vistas, checadas e aceitas para criar a possibilidade de inclusão madura dos sentimentos nas decisões do dia a dia. Esse é o verdadeiro processo de purificação que buscamos. 3. Por trás de uma reação existe sempre uma dor que é evitada. Essa dor era insuportável na infância, mas pode ser sentida e integrada na vida adulta sem exageros e dramatizações.

    IMAGENS FORMADAS DURANTE A INFÂNCIA
    Impressões que nos impactaram na infância e sobre as quais tiramos conclusões errôneas. Estas se transformam em crenças que atraem para nossas vidas exatamente aquilo que queremos evitar.


    Diante dessas afirmações, deparamos com situações que comprovam nossas crenças criadas na infância. A proposta do Pathwork® é a possibilidade de descobrir crenças – na maioria das vezes inconscientes – fazê-las conscientes e ver a irrealidade da generalização.

    A INFÂNCIA E OS REFLEXOS NA VIDA ADULTA: A DOR INFANTIL
    Necessidades reais não atendidas na infância e a negação do Eu Menor (Eu Inferior) são responsáveis pela criação da defesa e da máscara (sustentada por uma imagem).

    Não se trata de colocar a culpa nos pais, mas de ter a oportunidade de analisar as concepções que interferem na vida adulta. Afinal, as imagens e as defesas são mantidas porque a tendência do ser humano é fugir do sentimento desagradável causado por uma dor que não se quis sentir desde a infância. O adulto que ainda não tem maturidade emocional age com a memória infantil. Trata-se de quebrar um círculo vicioso.


    Para o Pathwork®, uma necessidade real ou imaginária não preenchida, continua tendo o mesmo impacto na vida adulta. Importa o que a criança sentiu.

    EXERCÍCIOS E MEDITAÇÕES
    O Pathwork ® possui uma série de exercícios, preces e meditações ativas para ajudar no desenvolvimento do Eu Observador. Para isso, basta papel e caneta na mão. O Pathwork® sugere que se tenha um diário, um bloco de anotações para traduzir em pensamentos, as confusões, afirmações, conclusões que se têm sobre os fatos, reações, sentimentos e julgamentos. Palavras concisas e pensamentos claros irão ajudar. Para isso, é preciso exercitar a mente a favor do crescimento pessoal.

    Fonte da matéria: http://pathworksp.com.br/metodo-pathwork.php

    quarta-feira, 16 de março de 2016

    Aspectos trabalhados pelo Pathwork

    Aquilo que eu já sou, seja o que for, eu quero dedicar à vida. Eu deliberadamente quero que a vida faça uso do melhor daquilo que eu tenho e sou.” Palestra 138

    Quando não conhecemos nossos diferentes níveis de consciência (o Eu Superior, o Eu Inferior e a Máscara) criamos conflitos, estando menos capacitados para lidar com eles em nossa relação conosco e com os outros. Encarar e compreender a divergência entre esses níveis é o primeiro passo para a sua unificação.

    Para atingir este objetivo, o Pathwork trabalha alinhando os diferentes aspectos da nossa personalidade: pensamento, vontade, sentimentos e expressão física. Quando o alinhamento acontece as reações benígnas se multiplicam em nossas vidas.
    1. Mais Saúde.
      A saúde é o produto da genuína aceitação do que se é, permitindo a restituição do contato com a culpa real, e sua reparação.

      A eliminação de defesas desnecessárias, de medos irreais e o enfrentamento do Eu Inferior contribuem, do ponto de vista físico, para harmonizar a produção e lançamento no corpo de substâncias produzidas pelo sistema glandular, o que traz alívio imediato e do ponto de vista da alma, restituem a flexibilidade adequada à sua substância altamente impressionável.

      Retornar à saúde, quando se está doente, significa passar pela dor da regeneração, acalmando o medo, ampliando, movendo e enriquecendo percepções fixas com novos pontos de vista e consequente acesso a outros pensamentos e emoções.

    2. Abertura para a Abundância.
      Quando superamos as ilusões sobre nós mesmos, as escolhas insatisfatórias, as ambições falsas e infantis e os sacrifícios autolimitadores, usufruímos um processo de expansão ilimitada disponível no universo.

      Nesse estado vivemos a inteireza da experiência, do crescimento em integridade e objetividade, da percepção do processo contínuo da vida em sua infinita maravilha de grandeza, sabedoria, amor e prazer.

      A abundância pode ser estabelecida quando nos arriscamos a dar, na expectativa consciente de que ela crescerá porque o medo da pobreza e da privação deve ser ilusório. 

    3. Melhores Relacionamentos.
      O relacionamento é ao mesmo tempo uma realização, um desafio e um

    sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

    Pathwork e as Leis Espirituais

    Ao longo de 258 palestras ministradas entre março/1957 e janeiro/1979, através da austríaca Eva Pierrakos (1915-1979), se sobressaem as Leis Espirituais, segundo a metodologia Pathwork. Ei-las:

    1. LEI DE AUTORRESPONSABILIDADE
    "Você cria sua própria realidade." Palestra 40

    2. LEI DE PAGAR O PREÇO
    "Há um preço a ser pago por tudo. Aquele que tenta evitar isto irá ao final pagar muito mais caro." Palestra 25

    3. LEI DE CAUSA E EFEITO
    "Cada ato tem suas consequências." Palestra 245
    A todo ser é sempre dada a chance de resolver seus problemas, conflitos e desarmonias nas circunstâncias mais fáceis possível. Palestra 38

    4. LEI DE VIVER NA VERDADE (ENFRENTAR A VIDA)
    "Para me tornar o que eu quero ser, primeiramente, devo sem medo, vergonha ou vaidade enfrentar o que há em mim." Palestra 25

    5. LEI DA FRATERNIDADE
    "Ser capaz de abrir seu próprio coração para o outro traz ajuda espiritual que não poderia receber por si próprio." Palestra 26

    6. LEI DA JUSTIÇA
    "Ame ao seu irmão assim como ama a si mesmo." Palestra 30

    in livro "Material Adicional e outros textos (2014). Eva Pierrakos e outros. Publicado pelo Pathwork - Regional São Paulo

    Fonte da imagem

    segunda-feira, 16 de novembro de 2015

    Saber o que somos

    "Terror (do self) é o estado de pavor em que nos encontramos quando não temos consciência do que ocorre conosco e estamos identificados com a ignorância e o mal.
    Frequentemente esse terror não é experimentado conscientemente; 
    somente quando nos encontramos perdidos, cegos e confusos sobre o que e quem somos e passamos a ter os primeiros sinais de identificação com o nosso Eu Verdadeiro, é que nos tornamos consciente dele. É um período de transição que pode durar por algumas ou muitas encarnações.
    À medida que a desidentificação da ignorância e do mal em nós ocorre mediante o trabalho de autoexame esse terror desaparece, mas cabe a nós decidir encará-lo, ou não. 
    O terror existe somente porque nós não sabemos que há um Eu Real além dos aspectos que odiamos. Por causa desse terror hesitamos bastante até em identificar aquilo que odiamos em nós. Enquanto nos falta a coragem de procurar saber se o nosso medo é ou não justificado, nós não podemos descobrir que ele não o é e que somos mais, muito mais do que aquilo que tememos ser."

    in Dicionário Pathwork, por Clarice Nunes - Pathwork RJ/ES - baseado na Palestra 189 - "A autoidentificação determinada pelos estágios da consciência", do Guia do Pathwork, em 12/fev/1971.

    Fonte da imagem

    quinta-feira, 20 de agosto de 2015

    Uma perspectiva do coração, por Christine Day


    NOVA TRAMA DE LUZ BANHA O PLANETA
    Uma Mensagem Pleiadiana
    por Christine Day


    Amados, nós os saudamos.

    Nós testemunhamos a transformação dramática que tem acontecido em seu planeta desde a Separação Dimensional que aconteceu em Junho.

    Seu mundo está transformado por uma nova trama de luz banhando o planeta. Esta trama fluida contém multidimensionalidade expandida, criando uma metamorfose profunda em todo seu planeta.

    Um aspecto deste processo de nascimento é criar um movimento dentro da fluidez, como uma batida de coração pulsando luz, fluindo como um vento suave sobre o seu planeta.

    Nós comparamos isso com os “ventos de mudança” anunciando a chegada de um novo tempo para toda a humanidade, abrindo oportunidades para cada um de vocês transformarem-se através de um processo de relembrança que irá realinhar você com os reinos superiores do seu próprio self superior de fonte pura.


    As células do seu espaço do coração já estão respondendo a esta Separação Dimensional. A sua mente do ego pode não estar ciente desta mudança, no entanto as células do seu coração já contêm esta nova frequência de luz dentro delas.

    Você está sendo alinhado conforme o seu espaço do coração interage com esta nova consciência fluida de trama de luz. A batida de coração pulsando luz está criando a aceleração, um nascimento acontecendo em seus sistemas físico e energético do seu corpo.

    Saiba que esta nova trama fluida contém consciência da luz de 5a e 6a dimensões e alinha-se diretamente através do seu centro cardíaco, o seu espaço de casa, revelando a você uma nova porta de acesso.

    Esta frequência de luz não pode de forma alguma ressoar com a mente do ego, porque a mente do ego só alinha-se com experiências de 3a dimensão. A sua mente do ego não consegue viver ou compreender estas verdades de reinos superiores contidas nestas frequências recém-nascidas.

    O CENTRO CARDÍACO

    A única forma através da qual você pode conectar-se conscientemente com esta frequência recém-nascida é alinhando-se através do seu centro cardíaco. Seu centro cardíaco funciona como uma porta de entrada.

    Ao trazer a sua consciência ao seu coração, esta porta de entrada abre-se e você simplesmente começa a alinhar-se e a acessar esta trama fluida de consciência de luz de

    sexta-feira, 5 de junho de 2015

    O início do Pathwork, por Eva Pierrakos

    "Naquela noite - em um grupo que estava profundamente interessado em fenômenos psíquicos e espirituais, em agosto/1952, em Zurique/Suíça - pela primeira vez na minha vida - aos 37 anos - senti uma forte presença e uma impressão de realidade com relação a Deus. Apenas uma coisa me incomodava: minha mão direita. Ela começou a doer. O que poderia ser? Parecia reumatismo. Isso surgiu de repente e decididamente me impedia de aproveitar minha linda experiência. Minha mão ficou muito pesada, tão pesada que meu braço não conseguia suportar o peso da minha cabeça. Parei de resistir e simplesmente deixei o braço cair sobre a mesa, esperando que atenção nele diminuísse.

    Subitamente, minha mão se moveu contra a minha vontade, e meus dedos se moveram sobre a toalha de mesa como se eu estivesse escrevendo. Peguei papel e um lápis e o lápis começou a escrever. Não era eu - eu não tinha como interferir. Primeiro, apenas linhas retas foram desenhadas diagonalmente, cruzando o papel. Em seguida, cada linha começava com meu nome e terminava na linha diagonal ascendente - de novo e de novo. Meu coração estava batendo. Foi uma experiência extraordinária. Quando ouvi falar sobre esses fenômenos, eles eram chamados de "escrita automática". Mas como isso pôde acontecer comigo? Justo comigo! Eu não tinha nenhum desejo de me tornar uma "médium". Que pensamento aterrorizante - e embaraçoso! O que todos os meus amigos diriam? Eles achariam que fiquei louca. No entanto, isso é fascinante, pensei. O mero fato de que algo que eu tinha feito estava além do meu controle imediato parecia bastante incrível. Nem por um instante duvidei de minha sanidade e estava curiosa para ver o que mais minha mão escreveria.

    No dia seguinte, visitei uma amiga que estava bastante familiarizada com esse tipo de fenômeno, encarado como uma coisa natural. Ela me alertou para nunca praticar sozinha, porque o fascínio do fenômeno é tão profundamente envolvente que é possível perder a noção da realidade e deixar de usar o bom senso - ambos extremamente necessários no treinamento de dons mediúnicos. Para destrinchar  os muitos níveis do fenômeno, é preciso um ceticismo saudável, mente aberta, experiência e conhecimento nessa área, desapego e inteligência. É muito fácil, no começo de tal experiência, perder o senso de proporção, deixar-se levar pela emoção, sucumbir à adulação e à autoilusao. Minha amiga se ofereceu para se reunir comigo, regularmente, propondo que essas sessões fossem realizadas de maneira ordenada, com duração aproximadamente de uma hora, e me alertou para não ceder a nenhuma demanda absurda que pudesse surgir com a escrita.

    Demorei um bom tempo para entender que são necessários anos de trabalho árduo, treinamento, desenvolvimento pessoal, profunda autoconfrontacao e tentativa e erro até que se possa chegar a um nível de comunicação significativo e construtivo. Houve muitos empecilhos, muitas tentações a serem superadas.
     As primeiras dez sessões com minha amiga foram infrutíferas: não produzi nenhuma escrita inteligível - apenas rabiscos, como de crianças;  mais tarde vieram notas musicais. (Não toco nenhum instrumento musical, nem tenho um ouvido especialmente bom.) O traço das linhas para as notas eram tão reto que parecia que uma régua tinha sido usada. Depois das dez primeiras sessões, surgiram várias caligrafias. 
    Então, a partir de um certo momento, manifestou-se uma escrita de caráter notadamente diferente das outras, diferente em ênfase e quanto ao sentimento que induzia. Tinha autoridade, de uma maneira calma e segura; não hesitava. Obviamente, sabia do que estava falando. Suas afirmações eram de incrível lucidez e sabedoria. Sempre se concentrava no desenvolvimento interior e recusava-se a discutir banalidades ou fornecer qualquer "prova", intensificando o fenômeno. Nunca insistia em obediência, mas aconselhava calmamente. Nunca tomou decisões em nome de outras pessoas, mas ajudava com relação a como cada um podia tomá-las. Tinha o incrível dom de evidenciar uma verdade dolorosa ou pouco lisonjeira sem magoar, mas elevando o espírito da pessoa, ao mesmo tempo. Essa voz - seja lá o que ou quem fosse - possuía uma sabedoria superior à de qualquer outra que eu tivesse encontrado anteriormente."
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    O texto acima é uma adaptação (com grifos meus) sobre o capítulo inicial do livro O CAMINHO PARA O EU REAL, escrito em 1965, por EVA BROCH PIERRAKOS, publicado em 2012, pela instituição Pathwork São Paulo.

    Mais informações históricas sobre EVA PIERRAKOS:
    - Filha do romancista judeu alemão JAKOB WASSERMANN (10/mar/1873- 1º/jan/1934) autor de  clássicos da literatura mundial "O caso Maurizius" e "O enigma de Kaspar Hauser" que foram levados ao cinema.
    - Nascida em Viena/Áustria em 30/mar/1915.
    - Perdeu o pai, aos 18 anos, em 1934.
    - Em 1939, mudou-se pra Nova York.
    - Entre 1952 e 1955, o treinamento de desenvolvimento psicológico pessoal, na Suíça.
    - Em ago/1952, em Zurique/Suíça, começou  a psicografar no estilo "escrita automática". Tempos depois, as mensagens lhe viriam em estado de transe uma voz interior inspiradora.
    - O Guia, nome pelo qual a voz (na verdade, um ser espiritual) veio a ser chamado pelas pessoas que se sentiam guiadas para o autoconhecimento e autotransformação, a 
    - Em 1956, retorna aos EUA.
    - Um novo grupo se reunia a cada quinze dias, para ouvir o Guia.
    - Primeira palestra da metodologia se deu em 11/mar/1957.
    - Em 1967, conheceu o psiquiatra John C. Pierrakos, um dos fundadores da Bioenergética e quem iria mais tarde lançar a Core Energetics.
    - Em 1971, casou com John, e passou a se assinar EVA BROCH PIERRAKOS.
    - Última palestra em 7/fev/1979.

    - Em 1º/mar/1979, faleceu em Nova York.

    quarta-feira, 27 de maio de 2015

    Lições ensinadas por macacos

    "Nos últimos anos da década de 1970, nas ilhas mais afastadas do arquipélago do Japão, o governo japonês mantinha pequenas colônias de macacos com o propósito de estudar seus hábitos.
    Uma fêmea nova chamada Ima descobriu como remover sujeira da casca de batatas-doces mergulhando-as e lavando-as num regato. Um por um, ela ensinou esta habilidade a diversos outros macacos  e, subitamente, depois de cem macacos terem aprendido a técnica de lavar batatas de Ima, observou-se que todos os macacos da colônia tinham desenvolvido sua capacidade de usar aquela habilidade sem qualquer interação direta com ela ou seus alunos.
    O biólogo Lyall Watson descreveu esta espontânea "unicidade dos macacos" como "fenômeno do centésimo macaco" e informou que a habilidade de Imã rapidamente espalhou-se para outras ilhas e para o continente, ainda que os macacos lavadores de batatas nunca tivessem sido enviados para esses locais. Watson disse que a habilidade de Ima "aparentemente saltou as barreiras naturais (tempo e espaço)".
    In livro "Memória das Células" (1998), de Paul Pearsall, Ph.D
    -------
    Está mais do que na hora de traduzirmos "O fenômeno do centésimo macaco" para a esfera humana a que pertencemos. Acredito que se passarmos a sintonizar mais com o coração sagrado, acessando os melhores sentimentos e nutrindo pensamentos construtivos e harmoniosos, elevaremos a freqüência vibratória pessoal e que irá se espalhar de forma positiva e benéfica alterando o campo dos que vivemos na Terra. Haveremos de aumentar o número de pessoas mais amorosas, assertivas e serenas, convivendo em clima de fraternidade.
    Somente assim estaremos dando um passo além de todas as medidas protetivas estatais e particulares e passaremos a viver um cotidiano usufruindo de Paz interna e social.
    A Paz surge sempre dentro de cada um e depois se expande, alterando e afetando outras consciências.
    (Fonte da imagem

    sábado, 23 de maio de 2015

    Maestria sem hierarquia

    "(...) Quando realizei meu treinamento, comecei como aprendiz e depois passei a dominar diferentes áreas, à medida que ia progredindo. 
    Os xamãs havaianos, como os xamãs de qualquer outro lugar, não possuem hierarquias.
    Os aprendizes são alunos e colegas, não seguidores, e
    o mestre é um mestre de conhecimento, não um mestre de gente.
    A palavra havaiana que define o mestre, no sentido de alguém que possui um conhecimento especializado espiritual e material em determinada área, é kahuna (...)"

     Serge Kahili King, mestre kahuna do xamanismo havaiano, no livro "Xamã Urbano" (1990), Editora Vida & Consciência, 2010