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domingo, 22 de outubro de 2017

Os Fundamentos Espirituais do AiKiDô


"O caminho do guerreiro (budô) que incorpora o sentimento de compaixão universal é baseado na energia criativa do universo. (...)

A origem básica do budô é o espírito universal de proteção, de crescimento e de salvação. É oferecer energias renovadas para si mesmo e para os outros. 
Os seres humanos são filhos do espírito divino universal, e se eles são infelizes é porque se desviam da sua própria natureza. O homem, de maneira egoísta, criou o sentimento do bem e do mal e então esqueceu a essência da sua própria natureza. No amor divino não há bem nem mal, felicidade, nem infelicidade. Há apenas a constante entrega, numa tentativa de remir uma parte da preciosa dádiva da vida que a pessoa recebeu e que até agora continua a desfrutar.
Você não deve jamais ficar preso à ideia de que tem problemas, de que é uma pessoa que tem um karma pesado ou de que é uma pessoa de pouco valor. Isso é o mesmo que insultar a si próprio e também aos outros. Todas as pessoas partilham a mesma origem divina. Existe apenas uma coisa que é errada ou inútil. É a ideia obstinada de que você é um indivíduo independente, separado dos outros. 
Dê graças e mostre gratidão. 
Trabalhe em favor do paraíso na Terra. 
Assim, sua verdadeira natureza irá se desenvolver continuamente."

Acima, trechos da última mensagem de Morihei Ueshiba (1883-1969), fundador do AiKiDô, aos seus alunos, antes de falecer. Além de ser uma arte marcial, o AiKiDô é também um profundo caminho espiritual. O grande mestre Ueshiba, desde os 7 anos, começou a estudar em um templo budista e aprendeu a entoar mantras sagrados e as escrituras do budismo esotérico.

Está no livro "Os Fundamentos Espirituais do Aikidô", de William Gleason (1995), Editora Pensamento.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O envio de energia ao outro

Casal de escritores River & Joyce Higginbotham
"(...) Quando você está formando uma intenção para outra pessoa, tal como para uma cura, tenha em mente que você pode não entender o que a outra pessoa precisa ou quer.
Você pode não saber o que é melhor em uma dada situação.
Em tempos como esses, talvez seja melhor pedir pelo que for mais necessário e deixar como está.
Se a energia está sendo enviada, deixe o receptor decidir o que fazer com ela.
Isso (...) é simplesmente respeito pela liberdade de pensamento dos outros. (...)

Joyce & River Higginbotham falando sobre formar uma intenção, no livro "Paganismo - uma introdução da religião centrada na Terra" (2002), Madras Editora.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Conversa para mudar a si mesmo

"Eu vou FAZER UMA MUDANÇA / De uma vez na minha vida / Que vai ser boa de verdade
Vai fazer a diferença
(...)
É por isso que eu quero que você saiba / Eu estou começando com o homem no espelho
Estou pedindo a ele para mudar suas maneiras / E nenhuma mensagem poderia ser mais clara:
'SE VOCÊ QUER FAZER DO MUNDO UM LUGAR MELHOR
OLHE PARA SI MESMO E ENTÃO FAÇA UMA MUDANÇA'"

"A man in the mirror" (Glen Ballard - Siedah Garret) por Michael Jackson (1958-2009), aos 29 anos, na turnê de seu disco BAD (1987).

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O autoconhecimento via Pathwork®

Para quem quiser saber o que pode aprender, vivenciar e sentir com o método Pathwork® e mudar a si mesmo, para melhor, obtendo mais clareza, satisfação e forças nos desafios que a Vida apresenta, recomendo a leitura de excelente matéria da Regional São Paulo.
Uma feliz síntese do que sejam os princípios norteadores do Pathwork® e suas aplicações práticas em nós mesmos, inclusive estudando em grupos conduzidos por facilitadores e helpers. Ei-la:

O método Pathwork®

Em uma era em que a cultura da idealização e da perfeição é a nova ordem, até mesmo a espiritualidade passou a ser vendida como solução milagrosa. Mas é na aceitação do nosso Eu Real que, mesmo imperfeito, tem um desejo latente de pertencimento e de amor e na autotransformação que residem o verdadeiro caminho.

O Pathwork® é um caminho para despertar a centelha divina, o Deus que reside dentro de cada um através da inclusão de todos os sentimentos. Um processo que requer honestidade com o eu, aceitação do que se é, eliminação das máscaras e fingimentos e consciência da própria vulnerabilidade.

Trata-se de uma metodologia própria com conteúdo prático para a vivência de um caminho único de autoconhecimento, aliando aspectos filosóficos, espirituais e psicológicos, baseada num conjunto de 258 palestras sistematizadas pela austríaca Eva Pierrakos durante 20 anos de trabalho.

O Pathwork® é um exercício diário de auto-observação das reações, pensamentos, sentimentos, atitudes e julgamentos dos fatos que ocorrem no cotidiano. O Pathwork® capacita para lidar com as situações desafiadoras da vida, fortalecendo os indivíduos de forma física, emocional, mental e espiritual.

É um caminho para aqueles que buscam um relacionamento mais verdadeiro consigo próprios, que desejam mais prazer na vida, que procuram relações mais harmônicas, que querem resgatar a autoestima e o amor próprio, além de obter mais capacidade de entender e aceitar as reações diante dos acontecimentos ao seu redor.

Pathwork®: Um laboratório para a vida

 
Mais maturidade nas escolhas do dia a dia, gerando mudanças positivas na vida
Favorece a autorrealização pela expressão dos nossos talentos e dons
Sabedoria para lidar com as frustrações
Mais consciência dos defeitos e falhas, aceitando-as sabendo que todo ser humano as possui.
Desenvolve a autoestima
Ensina o indivíduo a se conhecer melhor
Leva à análise dos aspectos relacionados à culpa, vergonha, medo e reações de submissão, rebeldia e falta de limites
Possibilita a autoaceitação e, consequentemente, menos julgamento de si e dos outros
Desenvolve a capacidade de autoanálise, de ser um terapeuta de si mesmo
Mais acolhimento, delicadeza e cuidado de si

EU REAL, MÁSCARA E EU OBSERVADOR


Formado pelas reais qualidades (proveniente do Eu Maior / Eu Superior) e defeitos (provenientes do Eu Menor / Eu inferior). Todo ser humano é totalmente imperfeito dotado de qualidades e defeitos também. Essa é a dualidade: Conhecer os aspectos de Eu Maior e Eu Menor.




É a defesa utilizada para esconder o Eu Menor (Eu Inferior), que não é aceito e, portanto, negado desde a infância. É o fingimento de quem se é para ser aceito e amado.


Uma parte do Eu Maior (Eu Superior) que permite a análise imparcial e compassiva dos sentimentos diante das reações do dia a dia. Capacidade de analisar as reações emocionais fora da realidade causadas por sentimentos ainda inconscientes.
TIPOS DE PERSONALIDADE: QUALIDADES E DEFEITOS
Abaixo, apresentamos um breve resumo da metodologia, mas é preciso reforçar que a proposta do Pathwork® é vivenciar e sentir o que intelectualmente aprendemos. Ou seja, saber e ter conhecimento não implica necessariamente no processo de transformação. É preciso vivenciar o aprendizado.


    Atributo Divino
   Poder
    Amor
    Sabedoria
    Algumas Qualidades
    do Eu Maior
    (Eu Superior)
   

  • Coragem
       

  • Força
       

  • Ousadia
       

  • Disponibilidade
       

  • Acolhimento
       

  • Delicadeza
       

  • Clareza
       

  • Paciência
       

  • Equilíbrio
        Máscara
        Poder
    (finge ter sempre)
        Amor
    (finge ter sempre)
        Serenidade
    (finge ter sempre)
        Como age?
        Tentando
    controlar tudo e
    os outros
        Tentando agradar
    os outros
        Tentando afastar
    os outros
        Atitudes Negativas
       

  • Agressão
       

  • Autoritarismo
       

  • Controle
       

  • Domínio
       

  • Submissão
       

  • Falso amor
       

  • Falsa modéstia
       

  • Retirada
       

  • Sentimento de superioridade
       

  • Isolamento
       

  • Indiferença
        O que realmente
        necessita
        Acolhimento e
    ajuda
        Amor e proteção
        Aprovação e reconhecimento
        O que evita sentir
        Vulnerabilidade
        Raiva (Ódio)
        Emoções e Caos
        Distorção dos
        atributos divinos Eu
        Menor (Eu Inferior)
        Obstinação
        Medo
        Orgulho
        Possíveis concepções
        errôneas
        "Se eu for
    poderoso e
    autossuficiente,
    não serei
    derrotado."
        "Se eu for
    amoroso e fizer
    tudo o que o
    outro quer, serei
    amado e estarei
    seguro."
        "Se eu for
    indiferente e me
    retirar, não terei
    conflitos e não serei rejeitado."
    1.Todo ser humano tem as três correntes. Geralmente usamos duas. O trabalho é criar equilíbrio entre as qualidades do poder, amor e sabedoria.
    2. Sentimentos exagerados ou desconexão são distorções que merecem ser vistas, checadas e aceitas para criar a possibilidade de inclusão madura dos sentimentos nas decisões do dia a dia. Esse é o verdadeiro processo de purificação que buscamos. 3. Por trás de uma reação existe sempre uma dor que é evitada. Essa dor era insuportável na infância, mas pode ser sentida e integrada na vida adulta sem exageros e dramatizações.

    IMAGENS FORMADAS DURANTE A INFÂNCIA
    Impressões que nos impactaram na infância e sobre as quais tiramos conclusões errôneas. Estas se transformam em crenças que atraem para nossas vidas exatamente aquilo que queremos evitar.


    Diante dessas afirmações, deparamos com situações que comprovam nossas crenças criadas na infância. A proposta do Pathwork® é a possibilidade de descobrir crenças – na maioria das vezes inconscientes – fazê-las conscientes e ver a irrealidade da generalização.

    A INFÂNCIA E OS REFLEXOS NA VIDA ADULTA: A DOR INFANTIL
    Necessidades reais não atendidas na infância e a negação do Eu Menor (Eu Inferior) são responsáveis pela criação da defesa e da máscara (sustentada por uma imagem).

    Não se trata de colocar a culpa nos pais, mas de ter a oportunidade de analisar as concepções que interferem na vida adulta. Afinal, as imagens e as defesas são mantidas porque a tendência do ser humano é fugir do sentimento desagradável causado por uma dor que não se quis sentir desde a infância. O adulto que ainda não tem maturidade emocional age com a memória infantil. Trata-se de quebrar um círculo vicioso.


    Para o Pathwork®, uma necessidade real ou imaginária não preenchida, continua tendo o mesmo impacto na vida adulta. Importa o que a criança sentiu.

    EXERCÍCIOS E MEDITAÇÕES
    O Pathwork ® possui uma série de exercícios, preces e meditações ativas para ajudar no desenvolvimento do Eu Observador. Para isso, basta papel e caneta na mão. O Pathwork® sugere que se tenha um diário, um bloco de anotações para traduzir em pensamentos, as confusões, afirmações, conclusões que se têm sobre os fatos, reações, sentimentos e julgamentos. Palavras concisas e pensamentos claros irão ajudar. Para isso, é preciso exercitar a mente a favor do crescimento pessoal.

    Fonte da matéria: http://pathworksp.com.br/metodo-pathwork.php

    quarta-feira, 16 de março de 2016

    Aspectos trabalhados pelo Pathwork

    “Aquilo que eu já sou, seja o que for, eu quero dedicar à vida. Eu deliberadamente quero que a vida faça uso do melhor daquilo que eu tenho e sou.” Palestra 138

    Quando não conhecemos nossos diferentes níveis de consciência (o Eu Superior, o Eu Inferior e a Máscara) criamos conflitos, estando menos capacitados para lidar com eles em nossa relação conosco e com os outros. Encarar e compreender a divergência entre esses níveis é o primeiro passo para a sua unificação.

    Para atingir este objetivo, o Pathwork trabalha alinhando os diferentes aspectos da nossa personalidade: pensamento, vontade, sentimentos e expressão física. Quando o alinhamento acontece as reações benígnas se multiplicam em nossas vidas.
    1. Mais Saúde.
      A saúde é o produto da genuína aceitação do que se é, permitindo a restituição do contato com a culpa real, e sua reparação.

      A eliminação de defesas desnecessárias, de medos irreais e o enfrentamento do Eu Inferior contribuem, do ponto de vista físico, para harmonizar a produção e lançamento no corpo de substâncias produzidas pelo sistema glandular, o que traz alívio imediato e do ponto de vista da alma, restituem a flexibilidade adequada à sua substância altamente impressionável.

      Retornar à saúde, quando se está doente, significa passar pela dor da regeneração, acalmando o medo, ampliando, movendo e enriquecendo percepções fixas com novos pontos de vista e consequente acesso a outros pensamentos e emoções.

    2. Abertura para a Abundância.
      Quando superamos as ilusões sobre nós mesmos, as escolhas insatisfatórias, as ambições falsas e infantis e os sacrifícios autolimitadores, usufruímos um processo de expansão ilimitada disponível no universo.

      Nesse estado vivemos a inteireza da experiência, do crescimento em integridade e objetividade, da percepção do processo contínuo da vida em sua infinita maravilha de grandeza, sabedoria, amor e prazer.

      A abundância pode ser estabelecida quando nos arriscamos a dar, na expectativa consciente de que ela crescerá porque o medo da pobreza e da privação deve ser ilusório. 

    3. Melhores Relacionamentos.
      O relacionamento é ao mesmo tempo uma realização, um desafio e um

    segunda-feira, 16 de novembro de 2015

    Saber o que somos

    "Terror (do self) é o estado de pavor em que nos encontramos quando não temos consciência do que ocorre conosco e estamos identificados com a ignorância e o mal.
    Frequentemente esse terror não é experimentado conscientemente; 
    somente quando nos encontramos perdidos, cegos e confusos sobre o que e quem somos e passamos a ter os primeiros sinais de identificação com o nosso Eu Verdadeiro, é que nos tornamos consciente dele. É um período de transição que pode durar por algumas ou muitas encarnações.
    À medida que a desidentificação da ignorância e do mal em nós ocorre mediante o trabalho de autoexame esse terror desaparece, mas cabe a nós decidir encará-lo, ou não. 
    O terror existe somente porque nós não sabemos que há um Eu Real além dos aspectos que odiamos. Por causa desse terror hesitamos bastante até em identificar aquilo que odiamos em nós. Enquanto nos falta a coragem de procurar saber se o nosso medo é ou não justificado, nós não podemos descobrir que ele não o é e que somos mais, muito mais do que aquilo que tememos ser."

    in Dicionário Pathwork, por Clarice Nunes - Pathwork RJ/ES - baseado na Palestra 189 - "A autoidentificação determinada pelos estágios da consciência", do Guia do Pathwork, em 12/fev/1971.

    Fonte da imagem

    quarta-feira, 20 de maio de 2015

    Reconhecimento das crenças negativas

    Segundo o ser espiritual que trouxe os ensinamentos da metodologia de autoconhecimento PATHWORK, através da sensitiva Eva Pierrakos, CRENÇAS NEGATIVAS
    "são opiniões fechadas sobre algo sem qualquer relação com a realidade.
    Em geral a longa cadeia de crenças negativas e equívocos produz resultados compatíveis com esse estado ilusório e temporário da consciência, materializando um processo de criação destrutiva com intensas repercussões na vida.",
    conforme consta em verbete do DICIONÁRIO PATHWORK (2014), elaborado por Clarice Nunes, Helper do Programa Pathwork de Transformação Pessoal/Rio de Janeiro.

    Já sobre a MUDANÇA, o Pathwork diz que 
    "Aqueles que mudam passam a atribuir às circunstâncias exteriores menos poder do que atribuíam anteriormente, sentem-se menos impotentes, porque se tornaram capazes de mobilizar sua força inerente e outras faculdades que propiciam uma vida plena. Confiam em si, porque conseguem renunciar e, assim, não sentem compulsão nem ansiedade, sabendo lidar com todas as situações que a vida lhes oferece e se relacionando com os outros de modo harmonioso e produtivo."

    Esse dicionário é super-recomendado a todos que já lidam ou queiram estudar as 258 palestras que compõem o Pathwork - essa importante ferramenta que muito auxilia no processo de conhecer a si mesmo.
    O conteúdo do dicionário pode ser acessado online, gratuitamente ou pode ser comprado em sua versão eletrônica e em sua versão impressa.

    Uma outra maneira de conhecer o Pathwork é entrar em grupos de estudos, conduzidos por Facilitadores ou Helpers.

    quinta-feira, 14 de maio de 2015

    Pathwork - em Fortaleza

    O Pathwork é um caminho de autoconhecimento que conduz à expansão da consciência de si mesmo, de bem-estar e paz interna, possibilitando maior qualidade nos relacionamentos.
    O referencial teórico deste trabalho consiste em 258 palestras canalizadas pela vienense Eva Pierrakos (1915-1979). Estas palestras têm como conteúdo a realidade psicológica e espiritual do ser humano. A meta deste caminho é a conexão sentida com este Ser: nossa essência divina.
    O Pathwork nos ensina que - através de uma honesta auto-observação e usando ferramentas e práticas que se encontram nas leituras - podemos atravessar os obstáculos internos que nos impedem de estar em verdade e viver plenamente, expressando o melhor de nós.
    Estes ensinamentos oferecem um mapa completo da consciência humana nos levando ao autoconhecimento, autoaceitação e autorresponsabilidade. Passamos a assumir nosso poder pessoal e, dessa forma, compreendendo que somos os criadores de nossa própria realidade.
    O dom singular do Pathwork para o tempo atual é a transformação que se inicia quando nós sentimos, entendemos e aceitamos tudo o que realmente somos.
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    Em Fortaleza, Têca Barbosa - Facilitadora de Pathwork e Helper Training de Pathwork - mantém grupos de estudos, juntamente com Janio Alcantara, Facilitador Training de Pathwork. 
    Os encontros são quinzenais, nas noites de segundas-feiras e terças-feiras, no Pátio Dom Luís, bairro Aldeota. Novas vagas, apenas a partir de janeiro/2016.
    Maiores informações, pelo e-mail janioalcantara@uol.com.br e tecabl@uol.com.br