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| Esse sábio ensinamento faz parte da filosofia do PSYCH-K |
quinta-feira, 25 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
O início do Pathwork, por Eva Pierrakos
"Naquela noite - em um grupo que estava profundamente interessado em fenômenos psíquicos e espirituais, em agosto/1952, em Zurique/Suíça - pela primeira vez na minha vida - aos 37 anos - senti uma forte presença e uma impressão de realidade com relação a Deus. Apenas uma coisa me incomodava: minha mão direita. Ela começou a doer. O que poderia ser? Parecia reumatismo. Isso surgiu de repente e decididamente me impedia de aproveitar minha linda experiência. Minha mão ficou muito pesada, tão pesada que meu braço não conseguia suportar o peso da minha cabeça. Parei de resistir e simplesmente deixei o braço cair sobre a mesa, esperando que atenção nele diminuísse.
Subitamente, minha mão se moveu contra a minha vontade, e meus dedos se moveram sobre a toalha de mesa como se eu estivesse escrevendo. Peguei papel e um lápis e o lápis começou a escrever. Não era eu - eu não tinha como interferir. Primeiro, apenas linhas retas foram desenhadas diagonalmente, cruzando o papel. Em seguida, cada linha começava com meu nome e terminava na linha diagonal ascendente - de novo e de novo. Meu coração estava batendo. Foi uma experiência extraordinária. Quando ouvi falar sobre esses fenômenos, eles eram chamados de "escrita automática". Mas como isso pôde acontecer comigo? Justo comigo! Eu não tinha nenhum desejo de me tornar uma "médium". Que pensamento aterrorizante - e embaraçoso! O que todos os meus amigos diriam? Eles achariam que fiquei louca. No entanto, isso é fascinante, pensei. O mero fato de que algo que eu tinha feito estava além do meu controle imediato parecia bastante incrível. Nem por um instante duvidei de minha sanidade e estava curiosa para ver o que mais minha mão escreveria.
No dia seguinte, visitei uma amiga que estava bastante familiarizada com esse tipo de fenômeno, encarado como uma coisa natural. Ela me alertou para nunca praticar sozinha, porque o fascínio do fenômeno é tão profundamente envolvente que é possível perder a noção da realidade e deixar de usar o bom senso - ambos extremamente necessários no treinamento de dons mediúnicos. Para destrinchar os muitos níveis do fenômeno, é preciso um ceticismo saudável, mente aberta, experiência e conhecimento nessa área, desapego e inteligência. É muito fácil, no começo de tal experiência, perder o senso de proporção, deixar-se levar pela emoção, sucumbir à adulação e à autoilusao. Minha amiga se ofereceu para se reunir comigo, regularmente, propondo que essas sessões fossem realizadas de maneira ordenada, com duração aproximadamente de uma hora, e me alertou para não ceder a nenhuma demanda absurda que pudesse surgir com a escrita.
Demorei um bom tempo para entender que são necessários anos de trabalho árduo, treinamento, desenvolvimento pessoal, profunda autoconfrontacao e tentativa e erro até que se possa chegar a um nível de comunicação significativo e construtivo. Houve muitos empecilhos, muitas tentações a serem superadas.
As primeiras dez sessões com minha amiga foram infrutíferas: não produzi nenhuma escrita inteligível - apenas rabiscos, como de crianças; mais tarde vieram notas musicais. (Não toco nenhum instrumento musical, nem tenho um ouvido especialmente bom.) O traço das linhas para as notas eram tão reto que parecia que uma régua tinha sido usada. Depois das dez primeiras sessões, surgiram várias caligrafias.
Então, a partir de um certo momento, manifestou-se uma escrita de caráter notadamente diferente das outras, diferente em ênfase e quanto ao sentimento que induzia. Tinha autoridade, de uma maneira calma e segura; não hesitava. Obviamente, sabia do que estava falando. Suas afirmações eram de incrível lucidez e sabedoria. Sempre se concentrava no desenvolvimento interior e recusava-se a discutir banalidades ou fornecer qualquer "prova", intensificando o fenômeno. Nunca insistia em obediência, mas aconselhava calmamente. Nunca tomou decisões em nome de outras pessoas, mas ajudava com relação a como cada um podia tomá-las. Tinha o incrível dom de evidenciar uma verdade dolorosa ou pouco lisonjeira sem magoar, mas elevando o espírito da pessoa, ao mesmo tempo. Essa voz - seja lá o que ou quem fosse - possuía uma sabedoria superior à de qualquer outra que eu tivesse encontrado anteriormente."
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O texto acima é uma adaptação (com grifos meus) sobre o capítulo inicial do livro O CAMINHO PARA O EU REAL, escrito em 1965, por EVA BROCH PIERRAKOS, publicado em 2012, pela instituição Pathwork São Paulo.
Mais informações históricas sobre EVA PIERRAKOS:
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O texto acima é uma adaptação (com grifos meus) sobre o capítulo inicial do livro O CAMINHO PARA O EU REAL, escrito em 1965, por EVA BROCH PIERRAKOS, publicado em 2012, pela instituição Pathwork São Paulo.
Mais informações históricas sobre EVA PIERRAKOS:
- Filha do romancista judeu alemão JAKOB WASSERMANN (10/mar/1873- 1º/jan/1934) autor de clássicos da literatura mundial "O caso Maurizius" e "O enigma de Kaspar Hauser" que foram levados ao cinema.
- Nascida em Viena/Áustria em 30/mar/1915.
- Perdeu o pai, aos 18 anos, em 1934.
- Em 1939, mudou-se pra Nova York.
- Entre 1952 e 1955, o treinamento de desenvolvimento psicológico pessoal, na Suíça.
- Em ago/1952, em Zurique/Suíça, começou a psicografar no estilo "escrita automática". Tempos depois, as mensagens lhe viriam em estado de transe uma voz interior inspiradora.
- O Guia, nome pelo qual a voz (na verdade, um ser espiritual) veio a ser chamado pelas pessoas que se sentiam guiadas para o autoconhecimento e autotransformação, a
- Em 1956, retorna aos EUA.
- Um novo grupo se reunia a cada quinze dias, para ouvir o Guia.
- Primeira palestra da metodologia se deu em 11/mar/1957.
- Em 1967, conheceu o psiquiatra John C. Pierrakos, um dos fundadores da Bioenergética e quem iria mais tarde lançar a Core Energetics.
- Em 1971, casou com John, e passou a se assinar EVA BROCH PIERRAKOS.
- Última palestra em 7/fev/1979.
- Em 1º/mar/1979, faleceu em Nova York.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Lições ensinadas por macacos
"Nos últimos anos da década de 1970, nas ilhas mais afastadas do arquipélago do Japão, o governo japonês mantinha pequenas colônias de macacos com o propósito de estudar seus hábitos.
Uma fêmea nova chamada Ima descobriu como remover sujeira da casca de batatas-doces mergulhando-as e lavando-as num regato. Um por um, ela ensinou esta habilidade a diversos outros macacos e, subitamente, depois de cem macacos terem aprendido a técnica de lavar batatas de Ima, observou-se que todos os macacos da colônia tinham desenvolvido sua capacidade de usar aquela habilidade sem qualquer interação direta com ela ou seus alunos.
O biólogo Lyall Watson descreveu esta espontânea "unicidade dos macacos" como "fenômeno do centésimo macaco" e informou que a habilidade de Imã rapidamente espalhou-se para outras ilhas e para o continente, ainda que os macacos lavadores de batatas nunca tivessem sido enviados para esses locais. Watson disse que a habilidade de Ima "aparentemente saltou as barreiras naturais (tempo e espaço)".
In livro "Memória das Células" (1998), de Paul Pearsall, Ph.D
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Está mais do que na hora de traduzirmos "O fenômeno do centésimo macaco" para a esfera humana a que pertencemos. Acredito que se passarmos a sintonizar mais com o coração sagrado, acessando os melhores sentimentos e nutrindo pensamentos construtivos e harmoniosos, elevaremos a freqüência vibratória pessoal e que irá se espalhar de forma positiva e benéfica alterando o campo dos que vivemos na Terra. Haveremos de aumentar o número de pessoas mais amorosas, assertivas e serenas, convivendo em clima de fraternidade.
Somente assim estaremos dando um passo além de todas as medidas protetivas estatais e particulares e passaremos a viver um cotidiano usufruindo de Paz interna e social.
A Paz surge sempre dentro de cada um e depois se expande, alterando e afetando outras consciências.
(Fonte da imagem)
(Fonte da imagem)
sábado, 23 de maio de 2015
Maestria sem hierarquia
"(...) Quando realizei meu treinamento, comecei como aprendiz e depois passei a dominar diferentes áreas, à medida que ia progredindo.
Os xamãs havaianos, como os xamãs de qualquer outro lugar, não possuem hierarquias.
Os aprendizes são alunos e colegas, não seguidores, e
o mestre é um mestre de conhecimento, não um mestre de gente.
A palavra havaiana que define o mestre, no sentido de alguém que possui um conhecimento especializado espiritual e material em determinada área, é kahuna (...)"
Serge Kahili King, mestre kahuna do xamanismo havaiano, no livro "Xamã Urbano" (1990), Editora Vida & Consciência, 2010
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Reconhecimento das crenças negativas
Segundo o ser espiritual que trouxe os ensinamentos da metodologia de autoconhecimento PATHWORK, através da sensitiva Eva Pierrakos, CRENÇAS NEGATIVAS
"são opiniões fechadas sobre algo sem qualquer relação com a realidade.
Em geral a longa cadeia de crenças negativas e equívocos produz
resultados compatíveis com esse estado ilusório e temporário da
consciência, materializando um processo de criação destrutiva com
intensas repercussões na vida.",
conforme consta em verbete do DICIONÁRIO PATHWORK (2014), elaborado por Clarice Nunes, Helper do Programa Pathwork de Transformação Pessoal/Rio de Janeiro.
Já sobre a MUDANÇA, o Pathwork diz que
"Aqueles que mudam passam a atribuir às circunstâncias exteriores menos
poder do que atribuíam anteriormente, sentem-se menos impotentes, porque
se tornaram capazes de mobilizar sua força inerente e outras faculdades
que propiciam uma vida plena. Confiam em si, porque conseguem renunciar
e, assim, não sentem compulsão nem ansiedade, sabendo lidar com todas
as situações que a vida lhes oferece e se relacionando com os outros de
modo harmonioso e produtivo."
Esse dicionário é super-recomendado a todos que já lidam ou queiram estudar as 258 palestras que compõem o Pathwork - essa importante ferramenta que muito auxilia no processo de conhecer a si mesmo.
O conteúdo do dicionário pode ser acessado online, gratuitamente ou pode ser comprado em sua versão eletrônica e em sua versão impressa.
Uma outra maneira de conhecer o Pathwork é entrar em grupos de estudos, conduzidos por Facilitadores ou Helpers.
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